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13º Festival Cinema com Farinha
26 a 29 de Agosto - Patos-PB
MOSTRA COMPETITIVA PARAÍBA
![]() O monstro do Sertão, de Helen Quintans (Monteiro-PB)No vilarejo de Anjico, o sol não se põe. Sob uma luz implacável que queima a terra, seca os rios e devora as plantações, a vida se desfaz lentamente. Em meio à escassez, uma antiga profecia ressurge: quando o homem se voltar contra a terra que o alimenta, o Monstro do Sertão se recusará a dormir. | ![]() Babau, O Sanfoneiro Sonhador, de Carlos Mosca (Campina Grande-PB)Babau, um sanfoneiro de oito baixos embarca numa jornada movida pelo sonho e a fantasia. Entre o imaginário popular e a tradição oral, Babau - O Sanfoneiro Sonhador conta como Maria Bonita veio, em sonho, lhe presentear com sua caixa de jóias. | ![]() Chibata, de Eduardo P. Moreira (Pilar-PB)Em uma pequena cidade da Paraíba, João, um tímido adolescente de 14 anos, enfrenta o bullying de um casal de valentões e nutre um temor irracional por Chibata, uma moradora de rua misteriosa. Entre medos e desafios, ele é levado a questionar suas percepções e preconceitos, descobrindo que as aparências podem esconder histórias profundas e transformadoras. |
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![]() Habeas Pinho, de Nathan Cirino e Aluízio Guimarães (Campina Grande-PB)Por violar o sossego público nas madrugadas paraibanas dos anos 1950, um seresteiro tem seu violão apreendido pela polícia. O advogado é chamado para liberar o violão e aceita o desafio de fazê-lo através de uma petição poema. Baseado em fatos reais da vida do poeta e ex-senador da república, Ronaldo Cunha Lima, que marcaram o mundo do direito no estado da Paraíba, Brasil, Habeas Pinho é um relato histórico, musical e poético que homenageia também a cidade de Campina Grande. | ![]() Hipocondríaco, de Paulo Roberto e Heleno Florentino (João Pessoa-PB)Augusto e seus amigos brincam de polícia e ladrão pelas ruas de Mangabeira, quando se deparam com um cadáver em um terreno abandonado. Augusto passa a devanear sobre o que viu, por meio do seu próprio reflexo, enquanto sua mãe, Vanessa, enfrenta seu medo constante da morte. | ![]() Doula – Todos os Dias, o Nascer do Fim, de Ary Régis Limah (Alagoa Grande-PB)No leito de morte do pai, duas irmãs se reencontram após anos de afastamento. Rosa, exausta por ter assumido sozinha o peso do cuidado, deseja que o pai finalmente descanse. Já Nalva, atravessada pela culpa da ausência, deseja que o pai permaneça por mais um tempo. Na casa, Das Dores conduz a vigília. Como Doula da morte, é presença onde a despedida se impõe: acompanha quem está partindo e ampara os que ficam - e se vê confrontada por suas próprias feridas abertas. |
![]() Nua, de Fabi Melo (Campina Grande-PB)Aprisionada em seus conflitos internos e crises existenciais, Eva tem um encontro consigo mesma. | ![]() Código para Eternidade, de Natalí Toledo (Campina Grande-PB)Uma história real de engenharia, fé e determinação que desafiou o tempo. A luta pela inovação, o reconhecimento que tarda em um legado que resiste de um pioneiro esquecido da história da tecnologia paraibana cravada em um CÓDIGO PARA ETERNIDADE. | ![]() Como se Ninguém Estivesse Olhando, de Gi Ismael (João Pessoa-PB)O curta documental percorre a vida urbana ao lado do público “beira de palco”, pessoas que transformam ruas e salões em suas salas de casa. Um registro no qual a entrega ao lazer e à música se juntam à expressão corporal, à diversão, ao desprendimento e ao sentir através das performances de personagens reais completamente imersas em suas desopressões. |
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